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Belo Monte – Um erro / Belo Monte – A mistake

novembro 30, 2011

Sem qualquer receio e capacidade rápida de julgamento recebi um dos inúmeros links que minha rede social disponibiliza diariamente. Muita coisa boa mesmo, algumas coisas engraçadas, outras mensagens muito boas. E uma campanha “horário-nobre” me chamou à atenção.

Recheadas de atores top globais, bem como hollywoodianos, muito bem produzida, mencionava um movimento que está se tornando muito conhecido no Brasil online – mas que não tenho idéia a respeito do Brasil que não acessa a Internet.

Pipocaram por mais de 5 minutos em meu monitor mensagens de várias pessoas conhecidas, me convidando a conhecer o lado negro de um projeto governamental de mais de 20 anos, chamado Belo Monte.

O vídeo é ao mesmo tempo despertador de sentimentos que há muito a sociedade não tem, e também é um serviço à ecologia e ao meio ambiente do nosso “pulmão mundial”: a Amazônia – mais especificamente a região do rio Xingu.

Tomado por uma ânsia de embalar-me com esse time platinado, rapidamente compartilhei o vídeo e adicionei minha opinião ecológicamente correta a respeito.

Mas fiquei com esse sentimento de talvez ter decidido rápido demais. E resolvi pesquisar a respeito.

O que encontrei foi o lado da concessionária responsável pela construção da usina hidrelétrica, algumas idiotices humorísticas que não vêm ao caso – tudo via Youtube – e ao buscar mais informações, recebi de presente de um dos meus irmãos alguns links para pesquisar a respeito. Todos eles estarão disponíveis nesse texto. Afinal, é uma decisão a respeito do futuro de cada um, e eu quero que você tenha a paciência para ler e talvez o discernimento de confiar na nossa pesquisa.

Primeiramente, o vídeo da concessionária. Porque eu quero que você analise até que ponto as informações são válidas e corretas, e até que ponto não é um vídeo bonitinho/institucional que mente a respeito do projeto.


Agora eu quero que você veja relatos de pessoas que se engajaram recentemente – tal e qual o elenco da globo no link do movimento Gota d’Agua. O primeiro é da equipe de cineastas Cinedelia, que propõe o debate acerca de todo o problema. Clique no link
Quem_Somos.html

para ajudar a terminar esse filme, você pode acessar http://catarse.me/pt/projects/459-belo-monte-anuncio-de-uma-guerra

Esse pessoal juntou muitas informações boas de quem está pela região. Mostra a preocupação de todos com o social, com as comunidades indígenas e as ribeirinhas, com o real custo de implantação das obras e o preço real da energia elétrica. Estas são todas informações que aparecerão em outros vídeos aqui, e sugiro que você preste bem atenção nesses detalhes.

Agora, vou precisar de sua imensa paciência. É uma entrevista longa com o procurador da República do Estado do Pará, o senhor Felício Pontes Jr. feita jornalista Eliane Brum da Revista Época. De maneira mais detalhada você poderá acompanhar um histórico de tudo que já aconteceu naquela região, desde que o projeto Belo Monte foi elaborado. E também ter uma visão antropológica, sócio-econômica e ambiental a respeito.

http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/noticia/2011/09/um-procurador-contra-belo-monte.html

Existem ainda outros vídeos e reportagens feitas como a da equipe 60 minutes da Austrália, que confirmam a decisão correta que tive ao participar do movimento Gota d’Agua. Estão abaixo, na versão em inglês.

Acho que o material é auto-explicativo. Claro que o seu lado sempre vai puxar a sardinha e falar mal do outro. Mas descontando o infeliz fator Brasil, acho que não é tão difícil que você escolha o lado certo nisso tudo.

Ecochato? Não, amigo. Não sou, não somos. Apenas sabemos o futuro que queremos para o planeta onde estamos.

Tá mais do que na hora de deixarmos um pouco o dinheiro de lado e focar no que é justo, no que é certo.

Por isso, sou totalmente contra esse empreendimento.

 

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Without any fear to hurry up my decision, I received a link about this matter in one of the many links that my social network offers daily. Same good, some funny things, some very good messages. And a “prime-time” campain caught my attention.

Filled with top pop artists, well produced, mentioned a movement that is becoming well known in Brazil, online – but I have no idea among those brazilians that does not access the Internet. And what to say overseas, with the help from Susan Sarandon and James Cameron?

Popped up by more than 5 minutes on my monitor messages from various artists, inviting me to know the dark side of a government project of more than 20 years, called Belo Monte.

This video brings some feelings that were forgotten in about 20 or 30 years by brazilian society while fighting for democracy, and wakes up to ecology and environment that inserts our World Lungs of Amazonia, with the Xingu River.

Taken by an urge to pack me with this popstars club, quickly I shared the video and added my opinion about ecologically correct.

But I got this feeling that I may have decided too quickly. And I decided to look into it.

What I found was the side of the company responsible for the construction of the hydroelectric plant, some humorous nonsense that do not matter – all via YouTube – and to get more information, I received a gift from one of my brothers: a few links to look into it. All will be available in this text. After all, is a decision about the future of each one, and I want you to have the patience to read and may rely on your discernment about our research.

First, the video of the company. Because I want you to investigate to what extent the information is valid and correct and to what extent is a cute video / institutional mind about the project.

Now I want you to see reports of people who engaged recently – just like the cast of the popstars on the link Gota d’Agua. The first is the team of filmmakers Cinedelia, proposes that the debate about the whole problem.

http://www.cinedelia.com/Site/Quem_Somos.html

to help finish this film, you can access http://catarse.me/pt/projects/459-belo-monte-anuncio-de-uma-guerra

These people joined a lot of information on who is from the region. It shows the concern about the social, with indigenous and riverside, with the actual cost of implementation of works and the real price of electricity. These are all information that will appear in other videos here, and I suggest you pay close attention to these details.

Now, I need your immense patience. It’s a long interview with the prosecutor of the State of Para, Mr. Felicio Pontes Jr. made by the journalist Eliane Brum from Epoca. In more detailed words you can track a history of everything that has happened in that region, provided before the Belo Monte project has been prepared. And also have an anthropological, socio-economic and environmental respect.

http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/noticia/2011/09/um-procurador-contra-belo-monte.html

There are other videos and reports as the program 60 minutes of Australia, which confirm that the right decision to join the movement Gota d’Agua.

I think the material is self-explanatory. Of course, every side will defend it’s goods and say terrible things about the other.

Eco-boring? No, my friend. I am not, we are not. Just want to ensure the future for the planet where we are.

It’s more than the time to leave greed aside and focus on what is fair, what is right.

Therefore, I am totally against this project.

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Lula e o SUS

outubro 31, 2011

A notícia de que um câncer está afetando a saúde do ex-presidente Lula pegou muitas pessoas de surpresa e trouxe para nós alguns sentimentos diferentes que simplesmente explodiram num turbilhão de reclamações de ambas as partes.

Definir Lula neste novo século é extremamente complicado. Por mais que seu caminho tenha buscado um desenvolvimento político óbvio – não é à toa que venceu duas eleições e ainda uma terceira recentemente – pessoas de diferentes pensamentos e pontos de vista continuam se mostrando incomodadas com várias vertentes de sua recente ideologia política, bem como com a continuidade da impunidade que esse governo vem demonstrando nos ultimos anos.

O Lula de 20 anos atrás sempre reagiu de forma diferente às críticas, e isso atrapalhou e muito a chance de sucesso da esquerda brasileira em eleições. Porém soube se reciclar e ceder a diferentes formas de pensamento conseguindo assim arrebatar a presidência da república.

O ideologismo social comunista perdeu-se no decorrer dos anos, incomodando antigos aliados e surpreendendo a muitos. Porém gerou uma nova classe de neo-filósofos hypsters (a definição de hypster é ótima, cabe muito bem), que acham chic lutar pelo social desde que não lhe falte o direito a propriedade e ao bem estar.

Nestes últimos 9 anos vimos o crescimento perigoso do “Lulismo” – ao qual já me referi anteriormente – um tratamento todo especial para o ex-presidente, quase um endeusamento, funcionando como uma carta branca para todos os erros de seu governo, todos os desmandos e toda a corrupção crescente de seus partidários.

Essas pessoas de forte opinião pública têm um interesse imenso em lustrar o perfil lulista de tal forma que a antiga atitude reacionária de antigamente – contra a mesma corrupção, contra os mesmos desmandos – rapidamente se transformam em acobertamento e desvio de assunto.

Então temos na panela de pressão uma nova sociedade de pensamento pseudo-social que ignora todas as coisas erradas de um governo e uma sociedade de pensamento capitalista antiga – veja, ser antigo não é ruim como estes primeiros costumam dizer – preocupada em ver destino certo para o dinheiro que lhes é retirado de seu pagamento mensal entre outras operações financeiras, e sedenta por justiça de verdade contra corrupção.

Junte-se a isso o endeusamento a uma única pessoa, que deveria dar-se por satisfeita por ter feito um governo bom, seguindo um governo também bom e guiado por um sistema financeiro inabalável, ainda insistindo em dividir opiniões ideológicas.

Junte-se a isso uma doença causada por anos de ingestão de bebidas alcoólicas e quilos de cigarros, sendo infelizmente brindada por uma doença quase óbvia nesses casos.

A pressão é tanta, que resolveu sair em forma de um protesto que alguns entenderam assim. Outros entenderam como ironia, outros como brincadeira.

Em tempo algum imaginei brincar com uma doença que já me tirou pessoas muito queridas. Porém achei a idéia ótima.

Seria ótimo que o deus-presidente pudesse aproveitar esses momentos e utilizar do serviço público de saúde – prestigiando-o – e mesmo aparecendo para falar bem sério a respeito da doença que lhe acomete, formas de tratamento, INVESTIMENTOS de sua sucessora na saúde (de preferência sem aumento de impostos nossos), e ainda mais: contra o exagero alcoólico e principalmente contra a ingestão de nicotina e alcatrão.

Fizesse isso, eu aqui teria também motivos para endeusá-lo.

Mas por enquanto, vamos de protesto mesmo…

ps – Copiando a idéia de Cristóvam Buarque – Escola Pública para filhos de funcionários públicos (TODOS) – extendo a idéia para saúde pública também.

valendo para TODOS, sem partidarismo. Quem sabe assim, certos deputados desistiriam de fazer das eleições a palhaçada que têm se tornado.

ps 2 – não tenho plano de saúde, e utilizaria o tratamento sem problema algum caso algum dia o necessitasse.

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Tragédias Diferentes / Different Tragedies

março 15, 2011

I’ll start – as a matter of respect – this post in english / Vou iniciar por uma questão de respeito, esta postagem em inglês. Veja em português abaixo do vídeo.

We saw this last days two tragedies happening in one side of the planet. Fortunately for us brazilians – and those who have the luck to live in a coutry with no natural disasters – are away of. But sadly – at least to me – happened first in a country that is very dear to me, where I had the opportunity to visit and meet people and great landspaces.

After this, happened another tragedy in a country with people who have the hability to start over and over. But is sad as well, specialy the huge lost of lives and terrible scenes that chocked us all.

Took me some time to find – by chance – one report from the local Channel 3, resuming the terrible things that happened over a predicted earthquake, anticipated, but unbeareble.

It’s sad and at the same time hopeless to watch those images, and I hope that you see and try to understand the human desperation (not a kiwi desperation, from a small part of the world) and have in your heart the will of helping without any geographic limits.

I hope that you understand Christchurch – that less than a year had other earthquake and was putting all together – and that this images bring to you any resolutions about life, and help you to think how small are we, the “planet owners”, when it comes to the power of nature.

I hope that you understand and help others to understand that are reasons to not build houses on the hills, even if the search for a place to live became harder and harder, instead of building in a safety and far place.

Finaly, I expect that you understand that New Zealand needs more than ever to start over adain, and if you can help somehow – doing a trip there, or boosting the economy through turism, even buying a souvenir from an online kiwi store believe, you will help a lot.

< see the links below >

The nature also showed it’s huge destructive potential – maybe reconstructive (depending on the point of view) hitting and devastating Japan. I have seen a lot of people being consciousness about nature fighting back the humans. And this fight back happens in a huge progressive country, showing again how small we are.


The footage of the powerful and unbearable water tides tearing off walls, streets, structures is impressive. And now the hiper-growing technology brought comes as a growth menace to lives as it succumbs to the power of the quackes and the fury of the sea.

The question is, what’s the lesson learned by mankind? Will be a hard time to overcome, and we will insist in our mistakes? Will we exacerbate out frenectic technological search on a noble goal or will we embrace a possibility to revert the development a little bit and focus on basics?

Shure thing, is that in 2011 the world stopped once again it’s frenetic pace (like is in central Tokyo) and faced it’s own weakness over it’s development and the power of the nature.

Remains the same appeal. Help Japan the way you can. Consume more japanese products, honour the japanese culture. And if you can – in a near future – go to Japan and help them rebuilt.

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Vimos nos últimos dias duas tragédias acontecendo em um lado do planeta. Felizmente para nós brasileiros – que temos a sorte de viver em um país ausente de tragédias naturais – estamos longe. Mas infelizmente pelo menos para mim, aconteceu primeiramente em um país que amo muito, pois tive a oportunidade de conhecer e reconhecer como um dos mais lindos do mundo. Depois, aconteceu em um país que tem um povo acostumado a se recuperar de desastres. Mas não deixa de ser extremamente triste, principalmente a perda enorme de vidas e as imagens que chocaram a todos, sem exceção.

Demorei um pouco para encontrar – e por acaso – uma reportagem do Canal 3 kiwi, resumindo os terríveis acontecimentos que se passaram durante um terremoto previsto, antecipado porém, imbatível.

É triste e ao mesmo tempo desesperador ver as imagens, e eu espero que você – mesmo não sabendo inglês – veja e tente compreender o desespero humano (não o desespero kiwi, de uma parte do mundo) e tenha no seu coração a vontade de ajudar sem qualquer preocupação geográfica.

Espero que você compreenda Christchurch – que em menos de um ano já havia sofrido com isso e estava se recuperando – e que as imagens dessa reportagem lhe tragam algumas resoluções de vida, e que te ajudem a pensar o quanto pequenos nós “comandantes do planeta” somos perante a natureza.

Espero que você compreenda e ajude outros a compreender que existem motivos para não se construir casas em encostas, por mais difícil que seja encontrar um lugar um pouco mais longe das coisas, mas mais seguro e durável.

Espero finalmente que você compreenda que a Nova Zelândia precisa mais do que nunca se reerguer, e se você pode ajudar de alguma maneira – nem que seja fazendo uma viagem, ativando a economia através do turismo ou mesmo comprando um souvenir de uma loja kiwi pela Internet, acredite que você estará ajudando muito.
Não se engane achando que a Nova Zelândia é um país de primeiríssimo mundo, rico, estável e organizado e que não precisa de nada. Acredite, o país precisa e muito de muita ajuda, e não é por ser tudo isso acima, que deixa de merecer algo. Ajude como puder.

-http://www.giftsnz.com/
-http://www.newzealandsouvenirs.com/
-http://www.rugbypostnz.com/
-http://www.lan.com/sitio_personas/country_selector.html

A natureza também mostrou seu enorme potencial destrutivo – ou talvez reconstrutivo (dependendo de um ponto de vista) ao atingir o Japão terrívelmente. Tenho visto muita gente ganhando consciência a respeito do “troco” do planeta ao homem. E o troco acontece também em um país hiper-desenvolvido, mostrando mais uma vez nossa pequenez frente à natureza.

As imagens poderosas das águas foram talvez mais arrebatadoras que das estruturas dobrando como papel. E agora o extra-desenvolvimento trazido pela tecnologia ameaça mais vidas à medida que sucumbe à força de tremores e do mar.

A pergunta que fica, é qual será a lição aprendida pela humanidade? Será apenas um tempo difícil a ser superado e insistiremos nos nossos erros? Exacerbaremos nossa busca tecnológica com algum fim mais nobre ou abraçaremos uma possibilidade de regredir um pouco o desenvolvimento e concentrarmos mais nas coisas mais básicas da vida?

A única certeza que fica é que em 2011, o mundo parou um pouco seu ritmo frenético (como no centro de Tókio) e viu sua fragilidade perante o seu desenvolvimento e a força da natureza.

E o apelo é o mesmo. Ajude o Japão da maneira que puder. Consuma mais produtos fabricados por eles, prestigie a cultura japonesa. E caso possa – em um futuro próximo – vá até o Japão ajudar a reconstruir.

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73 = 37 ?

dezembro 26, 2010

Chego ao trigésimo sétimo com enorme alegria e o maior tesouro: os meus amigos. Obrigado a todos que por ao menos 2 segundos se lembraram de mim, e aos que nunca se esquecem de mim. / I finally get to the 37th with plenty of joy, and a big treasure: my friends. Thank you all that for at least 2 seconds remind of me, and also for those who never forget me.

Por tanto amor

Por tanta emoção
A vida me fez assim
Doce ou atroz
Manso ou feroz
Eu caçador de mim

Preso a canções
Entregue a paixões
Que nunca tiveram fim
Vou me encontrar
Longe do meu lugar
Eu, caçador de mim

Nada a temer senão o correr da luta
Nada a fazer senão esquecer o medo
Abrir o peito a força, numa procura
Fugir às armadilhas da mata escura

Longe se vai
Sonhando demais
Mas onde se chega assim
Vou descobrir
O que me faz sentir
Eu, caçador de mim

(Luis Carlos Sá/Sergio Magrão)

 

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Eleições 2010 – 31 de Outubro

outubro 31, 2010

Seremos hipócritas por mais 4 anos, insistiremos por mais 4, e quando menos dermo-nos conta, virá o ultimo dos cavaleiros, o todo-poderoso, o cérebro por trás de tudo, e assim avassalará com todo o mínimo de bom senso que um dia esse povo sofrido chegou a ter.
Andaremos? Claro! A vinte por hora, com a propaganda governamental dizendo que estamos a 200.
Poderíamos ter feito mais? Muito mais.
Não fizemos  por pura tolice.
Lembro-me de 8 anos atrás, o discurso do “dar uma chance ao social” Foi dada. E quase nada do que se prometeu, foi cumprido.
Hoje – por isso tudo – demos uma medalha a quem não cumpriu.
Foi-se a inteligência também.
Vitória dos perpetuadores, aos quais a pequena turma do social dizia ter medo.
Pra mim só sobra a pena.
Vamos de fantoche por 4 anos…que assim seja…

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Uma idéia de AU$ 1 milhão!

agosto 13, 2010
Não tem nada mais valioso do que o valor de uma boa idéia.
Algumas verdades que nos assustam e nas quais não pensamos, ignoramos e mal queremos tocar no assunto:
O Fim da Civilização;
A Fome;
O Fim do Petróleo;
O Fim da Água Potável;
O Extermínio de Raças;
A Terceira Guerra Mundial.
Somos – e quem não é? – preguiçosos, aculturados, despreocupados, egoístas, etc., e queremos sempre a solução mais fácil para o “dia do juízo final”. De preferência se o mesmo acontecer numa suíte presidencial de um hotel 6 estrelas…
Porém o mundo não pára. E talvez seja o próximo passo.
Já estamos vendo pessoas influentes querendo realizar seus sonhos inocentes de infância para o bem comum. Já vimos Bill Gates, Warren Buffett, George Lucas entre outros bilionários criarem o Giving Pledge para doarem a metade de suas fortunas à entidades assistenciais e causas de caridade, e agora estamos vendo o Sr. Dick Smith (para quem não conhece, o Samuel Klein da Oceania – para simplificar) criar um prêmio a ser distribuído para o talento (com menos de 30 anos) que trouxer a melhor idéia para controlar o crescimento populacional e consumista do planeta.
A preocupação do sr. Smith é válida e quem lhe trouxe a idéia foi sua filha, sobre “ter gente demais no mundo” e acertando aquela lista ali em cima em 100%. Porque tudo passa por esse crescimento populacional desenfreado.
A conta não é difícil. Hoje os países subdesenvolvidos e mesmo os em crescimento não combatem o crescimento da taxa de natalidade. A medicina evolui a passos largos garantindo a cada vez maior número de pessoas a longevidade. A tecnologia e a informática dão acesso a cada vez um número maior de pessoas ao conhecimento e ao aprendizado, absorvendo mais rapidamente as poucas vagas que as indústrias/empresas abrem.
Por outro lado, a economia mundial dá sinais bi-anuais de colapso e gera crises em setores que nunca imaginamos passar por problemas. A política mundial é desencontrada, e a iminência de um conflito internacional de grandes proporções está presente no dia a dia do planeta a pelo menos 70 anos.
A democracia foi – ou está sendo – totalmente desacreditada e engolida pela corrupção mundial, pela burocratização das economias em desenvolvimento e pela criação de mais leis que engessam, encarecem e atrapalham os processos.
Gerar uma boa idéia que modifique as bases da democracia, da economia, do desenvolvimento tecnológico e do desenvolvimento humano como consequência, é realmente um trabalho de gigante.
Boa sorte pra quem tiver oportunidade e pra quem ganhar. Como eu já estou velhinho pra essa empreitada, ficarei curioso pelo resultado.
Em tempo: o nome do concurso é The Wilberforce Award. (William Wilberforce tem uma história interessante, se possível procure saber a respeito)
fontes: extraído de reportagem do site do jornal The Dominion Post em 12/08/2010 e da tradução do site da revista Superinteressante de 13/08/2010.

[english readers: please ask for english edition on the comments]

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A Reinvenção do Futebol

julho 7, 2010

No ano que a Fifa escolheu para reinventar o país sede, mal sabia ela que iria reinventar o futebol.
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Reinventou a bola. Trouxe algo totalmente desafiador aos padrões da física e do esporte. Revolucionou o gol, a maneira de chutar, a maneira de recolher ou rebater um chute potente. Saiu do óbvio.
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Reinventou o país-sede. Acreditou em quase nenhuma estrutura e – guardadas as proporções comerciais, políticas e geográficas – trouxe desenvolvimento estrutural, turístico e cultural para um país que há muito desejava ser visto pelo mundo. E será, pois o mundo do futebol passou por ali.
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Reinventou o futebol. Depois de 32 anos e 7 copas do mundo, uma final onde nenhum dos dois contestantes tem títulos.
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A Holanda de Cruyff, Heskens, Van Basten, Gullit, de Boer, Rijkaard, Koeman, Bergkamp, Overmars e Kluivert, que sempre demonstrou um futebol técnico e jogado pra frente, que chegou em 2 finais e perdeu para os donos da casa. Dessa vez, não há donos da casa. E se a casa fosse ter algum dono, certamente que seria um holandês.
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A Espanha de Butrageño, Zubizarreta, Hierro, Gento, di Stefano, Raul, Zamora, Guardiola, que sempre jogou pra frente, e que sempre foi ficando pelo caminho nas copas pela obra do acaso. Espanha que em matéria de clubes tem um sem número de títulos internacionais com Real Madrid e Barcelona, e que sempre caiu por não saber tratar o seu futebol como relevante. Uma seleção de 23 onde apenas 4 jogam na Inglaterra.
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Duas seleções que para o futebol representam renovação. Jogo pra frente, consciente, com vontade de fazer gol.
Não vou deixar pra escrever depois do resultado. A melhor maneira de homenagear esses artistas do futebol é fazendo isso quatro dias antes.
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Pois a melhor história será contada no dia 11 de julho de 2010. O dia em que o futebol se reinventou.
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Hup, Suerte!
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Fúria de Pedestre / Pedestrian Fury!

junho 22, 2010

Benjamin Easton

A história é a seguinte: Há pouco mais de 2 anos, a prefeitura de Wellington, Nova Zelândia tenta reintroduzir os ônibus em uma antiga rua fechada apenas para os pedestres a muito tempo. Tenho acompanhado, e muita gente já fez inúmeros protestos, mas nunca havia chegado nesse ponto.
Benjamin Easton, que já havia protestado anteriormente pelo mesmo motivo, desta vez atacou com um megafone, e evoluiu para uma discussão acalorada com Jon Visser, gerente de infraestrutura da prefeitura. Foi então que ele decidiu pegar um martelo e invadir a rua ao lado que serve ao trânsito: a Victoria Street.
Foi necessária a ação da polícia claro, e de uma policial empunhando um Teaser (arma de choque), para que Easton largasse o martelo e permitisse a ação dos policiais.
O texto em inglês explica o restante, e espero que o vídeo na página também funcione (por alguns motivos de legalidade, algumas vezes os vídeos do jornal Dominion Post não funcionam internacionalmente).
Acesse o site original
Mas o fato que fica, é a raiva deste rapaz. Num país onde a gente vê tanta coisa errada, e tanta gente pagando por esse círculo vicioso que tomou conta do Brasil, será que um dia aparecerá um ‘protestante’ com essa fúria toda?
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The story is: It’s been two years since de Wellington City Council tried (and still) to get the buses back to Manners Mall – wich is used only for pedestrians. I always read news about it, lots of people have been protesting, but never got it in that level.
Benjamin Easton, wich had protested before for this same reason, this time atacked with a loudhailer, increasing his angry to Jon Visser, City Council Structure Manager, finishing buy hamming Victoria Street with fury.
The police came through of course, and a policewoman armed with a teaser convinced Easton to drop the hammer and get arrested.
The text explains more, and I hope that the video works (sometimes just works in that region).
The fact is the angry of this guy. In a country like Brazil where we always hear and see those wrong things that happen and we still pay taxes for, I keep thinking: One day, shall we have an angry man like Benjamin Easton?
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Dica de Banda – Opshop

junho 8, 2010

Dá pra falar com alguma propriedade das bandas kiwis que eu conheci no período que morei naquele maravilhoso país.

Embora esta não tivesse tido muito sucesso naquela época, é hoje sem dúvida uma das maiores lá, bem como no resto do mundo.

E o som é muito bom, vocês poderão perceber pelo novo single “Pins and Needles” que precede o lançamento do álbum de mesmo nome, no dia 02 de agosto de 2010.

É um rock moderno de muita qualidade, belos arranjos e letras, que deve ter muitos fãs aqui no Brasil.

A banda inclusive conquistou a categoria Rock no MySpace Choice Awards agora em 2010.

Fique com o mais novo single, e se gostar, deixe um comentário

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If it’s something that I can say about it, no doubt is around the Kiwi bands theme. Just because I lived in that wonderful country.

Altough this band was not in the edge that time, today is one of the biggests there and throughout the world.

They sound very nice, you can hear it from the new single “Pins and Needles” that preceds the release of the same name, in August 2nd, 2010.

It’s modern quality rock, nice arrangements and lyrics, and may conquer your heart and ears.

The band recently got the MySpace Choice Awards 2010, at Rock category.

So, listen to the new single, and if you like it, comment.

Cheers!

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A que ponto chegamos! / This is definely the end

maio 26, 2010

A notícia está aqui.

2 years old Aldi SugandaRizal, smoking a cigarette while plays with relatives this May 23rd at Sekayu, Sumatra district. According to the family, he is addicted and smokes about 40 a day. He started to smoke when was 18 months old, when his father offered it. (Photo: Barcroft)

Mas a foto vale mais que mil palavras. Será que a indústria do cigarro está contente? Que tal bolar um slogan bem legal pra por embaixo? Talvez seja um novo rumo, quem sabe o cigarro realmente seja a 8a maravilha do mundo, não?

até parece.

se quiser uma foto mais chocante ainda, clique aqui

notícia retirada do site globo.com

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This picture worths more than thousand words. The cigarette industry is happy now? What about create a cool slogan to this? Maybe it’s a new path, maybe the cigarette is really the 8th world wonder???

I don’t think so…

if you want one more picture, click here

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